JOÃO FRADE

João Frade começa a desenhar uma forma muito própria de estar na música portuguesa, a qual designa de “Música Portuguesa Criativa” e consiste numa fusão de ritmos tradicionais das regiões mais a sul do país e não só, com melodias e ritmos do mediterrâneo e com o Jazz norte americano.

Paralelamente têm participado ativamente nos projetos Moda Vestra, Triktopus, Made in Nordeste, Pedro Jóia Trio, Manuel de Oliveira “Entre” e “Ibéria”, “Deux Accordéons une Voix”, Marenostrum, e como músico residente na banda da artista Mariza.

O se disco, homónimo (2019) em colaboração com os artistas Michael Olivera e Munir Hossn, reafirma e reforça, com vincada maturidade, tendências estéticas já enraizadas na identidade e percurso do inspirador músico algarvio e, por outro lado, pisca o olho a alguns novos caminhos sonoros no sentido da adoção de uma linguagem ainda mais eclética e cosmopolita. 

Se a matriz etno jazz é incontornável neste álbum, a aproximação a um universo mais pop e a registos e esquemas minimalistas e repetitivos está igualmente presente nesta viagem explorativa por diversos imaginários e cores musicais em busca como que de uma “pureza melódica”. 

João Frade tem se revelado um dos músicos mais ecléticos e criativos da cena Musical Portuguesa, demonstrando uma enorme inquietação criativa e sempre em busca de novos horizontes.

FOTOS

VÍDEOS

DISCOGRAFIA

LUGARES

2021

JOÃO FRADE

2019

SOLILÓQUIO

2006

PERIQUITOS & BOTONETES

2012

OUTROS PROJETOS DE JOÃO FRADE

João Frade Jazz Trio

Ao vivo, João Frade convida Michael Olivera e Yarel Hernandez a compor o seu trio de Jazz. Contando com o apoio de uma secção rítmica de forma a imprimir uma maior mobilidade e maleabilidade às suas composições, de melodias simples muitas vezes, mas com o recurso a harmonias mais sofisticadas e padrões rítmicos menos comuns.

O músico propõe assim uma abordagem única e fresca ao acordeão, tornando cada espetáulo um acontecimento único e imprevisível.
A cumplicidade e energia do trio liderado por João Frade com a participação da secção rítmica cubana residente em Madrid são indiscutivelmente uma inevitável marca desta formação.

Michael Olivera e Yarel Hernandez procuram o diálogo constante, numa dinâmica de propostas ao solista sem nunca perder o foco no balanço.

João Frade & Orquestra Aenigmaticus

Este projeto constrói e desconstrói melodias que lhe são sugeridas pelos sons da terra, numa terra de sons.

De narrativa futurista e concebido como um concerto sensorial, esta performance musical não se consegue, no entanto, dissociar de uma matriz mais tradicional e ancestral, quer a nível sonoro, quer a nível visual.

O groove é o fio condutor e uma amarra a esta Terra, tão marcada pela história. Num cruzamento de instrumentos algo inusitado, a sonoridade resultante só poderia ser ímpar. 

Eletrónica, Samples, Acordeão, Voz, Teclados e Trompete unem-se, emanando e emulando sons alusivos à história “musical” do Geoparque Algarvensis, tentando abrir um pouco deste gigante livro que se dá agora a conhecer.

João Frade & Jorge Pardo

A cumplicidade e energia do trio liderado por João Frade com a participação da secção rítmica Cubana residente em Madrid são indiscutivelmente uma inevitável marca desta formação.
Michael Olivera e Yarel Hernandez procuram o diálogo constante numa dinâmica de proposta ao solista e sem nunca perder o foco
no balanço.

Neste contexto, a colaboração do lendário músico Espanhol Jorge Pardo que com uma carreira irrepreensível ao lado de nomes como ( Paco de Lúcia, Chico Corea etc… ) e com o seu Flamenco-Jazz vem ajudar a apimentar ainda mais este projecto.

A influencia do universo musical latino-americano e do mediterrâneo estão bem presentes na sonoridade deste trio que parte de uma matriz que João Frade designou de “Música Portuguesa Criativa”.

João Frade & João Silva

João Frade e João Silva juntam-se para nos propor intersecções e diálogos criativos entre acordeão e violino que deambulam pelos universos do jazz, da improvisação, da música erudita, da tradição portuguesa e da world music que reflectem influências e latitudes de dois músicos que têm vindo a trilhar um relevante e reconhecido percurso no plano internacional.

Um disco a quatro mãos que reafirma o virtuosismo técnico e a capacidade interpretativa de Frade e Silva, assim como uma evidente cumplicidade plasmada na feliz fusão tímbrica das sonoridades instrumentais apresentadas.

De temas mais vibrantes e ritmados a paisagens sonoras mais contemplativas, intimistas e minimais, uma atmosfera visual e cinemática que remete para frames do quotidiano social e convoca toda uma paleta emocional. Como se estivéssemos numa viagem imagética e interior a ver desfilar a passagem das horas, o fluxo (líquido) dos dias.

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